sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Justiça americana aceita denúncia contra médico de Michael Jackson :)

Acusação de homicídio pode render até 4 anos de prisão a Conrad Murray

O juiz americano Michael Pastor, da Corte Superior do condado de Los Angeles, confirmou nesta terça-feira que haverá julgamento contra o médico Conrad Murray, acusado de homicídio culposo na morte do cantor Michael Jackson. Além disso, ele teve sua licença para exercer a medicina na Califórnia suspensa.
A decisão do magistrado ocorre uma semana depois do início de uma audiência oral na qual foram ouvidos os depoimentos de 20 testemunhas sobre o que aconteceu com o Rei do Pop no dia em que ele morreu, em 25 de junho de 2009, e nos dias prévios. 
Em função das provas apresentadas pela promotoria e dos testemunhos, Pastor entendeu que existe base suficiente para levar Murray ao banco dos réus.
O homicídio culposo é definido como um homicídio não-intencionado e é um delito menor que a acusação de assassinato (homicídio doloso). Ainda assim, Murray enfrenta uma pena máxima de quatro anos na prisão se for condenado, além de perder para sempre a licença médica. Ele se declarou inocente diante da acusação.
Segundo os depoimentos, o cantor era viciado em um potente anestésico chamado propofol, que usava com frequência para dormir. Médicos-legistas determinaram que Jackson morreu por conta do propofol e do efeito de sedativos como lorazepam, mas o anestésico foi o principal fator. Murray se encarregava de obtê-lo e de administrá-lo em Michael, que, de acordo com testemunhos, chegava a implorar pelo medicamento.
Durante a audiência, promotores trouxeram para o palanque das testemunhas um empregado de Jackson que disse que Murray deu ordens para que ele escondesse as provas dos medicamentos no dia da morte do cantor, 25 de junho. Históricos dos telefonemas indicaram que Murray ligou para sua namorada pouco depois de dar o propofol a Jackson, ao invés de prestar atendimento ao cantor.

Vendedor de lembranças de Michael Jackson é processado

Os responsáveis pelo espólio de Michael Jackson abriram na quinta-feira, 20, um processo contra um empresário que se juntou à mãe do cantor para comercializar objetos relacionados ao falecido "Rei do Pop," por intermédio do site jacksonsecretvault.com.
O site, diz o processo, "faz absolutamente de tudo ao seu alcance para sugerir aos seus visitantes que é o polo de todas as coisas (relativas a) Michael Jackson, e que tem o aval e é apoiado pelo espólio, quando na verdade não é nem uma coisa nem outra."
O site vende, por exemplo, um livro "oficial", por 39,99 dólares, com centenas de fotos do arquivo da família Jackson, e aparentemente com autorização de Katherine Jackson. A matriarca de 80 anos aparece com destaque nas fotos promocionais.
A ação acusa Howard Mann e outros de violação de direitos autorais e apropriação de imagem, entre outras infrações, e pleiteia indenizações compensatórias e punitivas, além dos lucros dos réus.
Mann não foi imediatamente localizado para comentar, mas ele disse em novembro ao site TMZ.com que não estava "nem remotamente" preocupado com a possibilidade de sofrer um processo. Ele afirmou na época que estava ajudando Katherine Jackson a ganhar algum dinheiro enquanto o espólio se preocupava em pagar as dívidas do falecido cantor.
Os representante do espólio evitaram comentar o fato de a mãe de Jackson não ter sido citada como ré no processo.

    segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

    'Michael foi assassinado por uma conspiração', diz La Toya Jackson

    Irmã do cantor dá entrevista reveladora, afirma site

    Reprodução /Reprodução

    La Toya Jackson diz que irmão foi vítima de uma conspiração

    A irmã de Michael Jackson, La Toya Jackson, concedeu uma entrevista reveladora na sexta-feira, 10. Ela culpou uma conspiração pela morte de Jackson.

    “Eu acredito que Michael foi assassinado. Eu senti isso desde o início. Não teve só uma pessoa envolvida, mas um grupo. Uma conspiração”, disse La Toya, segundo o site do jornal britânico "Daily Mail".

    Ela acusou um grupo, mas não identificou as pessoas que, entre outras coisas, teriam tirado o astro pop do convívio com a família e amigos, e forçado Michael a assinar o contrato dos 50 shows que o cantor iria fazer na Arena O2 em Londres. Ela acha que Jackson estava viciado em drogas dadas a ele por pessoas que queriam controlar o seu humor.

    "Há menos de um mês, eu falei que achava que ele iria morrer antes dos concertos em Londres. Ele valia mais de US$1 bilhão. Ele morto valeria mais do que vivo", afirmou La Toya num dos trechos da entrevista.

    Apesar do resultado da autópsia no corpo de Jackson só sair nas próximas semanas, na sexta-feira, 10, La Toya recebeu informações sobre o exame e revelou que foram encontradas quatro marcas de seringa no pescoço do cantor.

    'Ele era apenas um pai normal', dizem filhos de Michael Jackson

    Em entrevista a Oprah Winfrey, Paris e Prince falaram pela primeira vez sobre o rei do pop.
     
    YouTube/-Reprodução

    Katherine Jackson, Oprah e filhos de Michael Jackson

    Em entrevista ao "The Oprah Winfrey Show", os  filhos mais velhos de Michael Jackson falaram pela primeira vez da vida íntima com o falecido pai.

    Sentado com Oprah e o irmão Prince, Paris disse que Michael "era o melhor cozinheiro". "Eu senti como se ninguém entendesse o que é um bom pai. Ele era apenas um pai normal, exceto que o melhor".

    Questionados se Michael realmente cozinhava para os herdeiros, a garota disparou. "Ele fez o melhor pão francês de todo o mundo", disse. Já Prince negou que se incomodassem com os véus e máscaras bizarras usadas quando saiam com o pai.

    A avó deles, Katherine Jackson - presente no bate-papo - contou à Winfrey que os disfarces foram primeiramente sugeridos por Debbie Rowe, a mãe biológica dos adolescentes. "Quando saíamos sem nosso pai, outras pessoas não nos reconheciam", comparou Paris.

    Paris, de 12 anos, e Prince Michael, de 13 anos,  já estão matriculados na escola regular. Paris confessou que pretende ser atriz, enqaunto Prince Michael quer ser produtor de cinema.

    Veja bilhete escrito por Michael Jackson: 'Ganhar muito dinheiro'

    Papel encontrado na casa do cantor em junho de 2009 foi vendido por cerca de R$ 6 mil.
    Pelo visto, o cantor Michael Jackson planejava ganhar muito dinheiro antes de sua morte. Segundo o site TMZ, em um bilhete encontrado em sau casa em junho de 2009, o cantor escreveu: "Um ano em Londres... Falar com Universal, Warner...", entre outras coisas, referindo-se aos shows que faria na capital inglesa. Empregados da casa de Michael encontraram a nota, escrita de próprio punho pelo astro, e levaram a um site de leilão, onde foi vendida por US$ 3.000 (cerca de R$ 6 mil). De acordo com o TMZ, a mancha em vermelho que aparece no papel não é de sangue, mas sim de uma bebida que teria derramado.  
    TMZ/Reprodução

    Segundo o site TMZ, o bilhete teria sido escrito por Michael Jackson

    Outros médicos podem estar envolvidos na morte de Michael Jackson, diz site

    Objetos encontrados no quarto do cantor podem ser prova de que outros médicos, além do Dr. Conrad Murray, estavam medicando o cantor.
     
    AFP e 
Reuters/Agência

    Michael Jackson e Conrad Murray

    Fontes ligadas ao caso da morte de Michael Jackson contaram ao site "TMZ" que evidências encontradas no quarto do cantor sugerem que outros médicos estavam prescrevendo medicamentos fortes ao Rei do Pop.

    Ainda segundo o site, os advogados do Dr. Conrad Murray, médico que estava com o cantor no dia de sua morte, não pretendem contestar o fato de que Michael morreu por conta de uma alta dosagem de Propofol, mas, talvez, eles usem as evidências encontradas no quarto do cantor para acusar outros médicos de fornecer receitas para que o próprio Jackson pudesse aplicar as doses em si mesmo.

    Segundo os advogados de Murray, na ocasião da morte de Michael Jackson, o cantor acordou e aplicou a dose fatal de Propofol quando Murray se ausentou do quarto.

    Por onde andam os Jackson 5?

    Polêmicos, bizarros, decadentes: veja qual o paradeiro dos irmãos que foram os primeiros ídolos teen negros da história americana

    Os Jackson 5 no auge do sucesso

    Não seria exagero dizer que, se hoje os Estados Unidos conseguem aceitar um presidente como Barack Obama na Casa Branca, muito se deve ao sucesso de artistas negros no país nas últimas décadas. Entre eles, figuram cinco jovens e talentosos rapazes, nascidos em Indiana, que se transformaram nos primeiros ídolos teen negros, levando sua música aos lares brancos da América: os Jackson 5. O grupo, formado por Jackie, Tito, Jermaine, Marlon, Michael e, pouco depois, Randy, ganhou o mundo com seu R&B, soul, pop e até disco music.


    Durante os 42 anos que se seguiram desde sua formação, em 1966, eles ensaiaram alguns retornos, como a gravação do clipe “2300 Jackson Street”, em 1989. Mas a quase sempre ausência do irmão mais talentoso, Michael, impediu que o sonho dourado das décadas de 60 e 70 retornasse. Recentemente, Jermaine chegou a anunciar um show para 2009, incluindo Michael no projeto, o que foi terminantemente negado pelo freak brother. Abaixo, você confere por onde andam os ex-integrantes dos Jackson 5.




    Reprodução/Reprodução

    Michael Jackson

    Michael Jackson – o irmão mais talentoso, e também, o mais excêntrico. Começou em carreira solo em 1971, abandonando definitivamente o grupo no início dos anos 80. Com seus álbuns Off the Wall (1979), Thriller (1982), Bad (1987), Dangerous (1991) e HIStory (1995), tornou-se o “Rei do Pop”. No entanto, à medida que sua conta bancária ganhava valores astronômicos, sua aparência se transformava de maneira bizarra. De negro virou branco (justificado com um vitiligo que ninguém sabe se é verdadeiro), suas feições afro-americanas tornaram-se andróginas, por conta de uma série de plásticas. Foi ficando cada vez mais recluso, principalmente depois que estourou o escândalo de abuso sexual contra crianças. Mesmo inocentado em julgamento, Michael Jackson nunca mais foi visto com os mesmos olhos pelo mundo. Com 50 anos completos em 2008, faz raríssimas aparições em público, sempre com uma máscara hospitalar no rosto e acompanhado dos filhos, quase sempre encapuzados.


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    Jackie Jackson

    Jackie Jackson - o irmão mais velho de Michael, tem 57 anos e é considerado o mais bem-humorado do grupo. Sonhava ser jogador de basquete, mas viu sua vida mudar de rumo após os Jackson 5. Depois do fim da banda, em 1989, Jackie abriu uma gravadora, a Jesco, e vem tentando emplacar a carreira do filho, o rapper DealZ. Casou-se com a primeira e única esposa, Enid Spann, em 1974, de quem se divorciou em 1987. Envolveu-se em um escândalo ao ter um caso com a cantora e coreógrafa Paula Abdul.


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    Tito Jackson

    Tito Jackson - era o preferido do pai, Joseph Jackson, e por isso seria considerado o principal do grupo, se não fosse entrada do pequeno Michael na jogada. Hoje tem 55 anos e é o único (com exceção de Michael) que continua fazendo música. O guitarrista é líder de uma banda de jazz e blues, ganhando apenas entre US$ 500 e US$ 1500 por show, valores bem abaixo de quando os Jackson 5 se apresentavam para 50 mil pessoas com ingressos a US$ 30. É divorciado e tem três filhos, Toriano, Taryll e Tito, que formam o trio musical 3T.


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    Jermaine Jackson

    Jermaine Jackson –  baixista e excelente cantor, Jermaine, assim como Michael, também saiu em carreira solo nos anos 70, tendo inúmeros singles entre os top 20 da época. Nos anos 90, produziu a premiada série “The Jacksons: An American Dream”, que conta a história da família. Sua vida amorosa também foi bastante agitada: casou quatro vezes, sendo que a penúltima esposa, Alejandra Genevieve Oaziaza, já tinha sido mulher de Randy, o irmão mais novo, causando mal-estar na família. Converteu-se ao islamismo, mudou o nome para Muhammad Abdul-Aziz e se casou com Halima Rashid. Está com 54 anos.


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    Marlon Jackson

    Marlon Jackson – Atualmente, é o único Jackson casado com a mesma mulher desde o início. Marlon tem 51 anos, três filhos e um neto, Noah, de dois anos. Após o fim do grupo, não seguiu carreira artística, preferindo atuar no setor imobiliário. Foi um dos donos do Black Family Channel, canal a cabo direcionado à comunidade negra.





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    Randy Jackson

    Randy Jackson – o mais jovem dos filhos de Katherine e Joseph Jackson era conhecido como Little Randy. Entrou no lugar de Jermaine, que saiu em carreira solo. Além de fazer sucesso com os Jacksons, também teve destaque cantando com a irmã Janet o sucesso “Love is Strange”, da dupla de R&B Mickey & Silvia. Depois do fim do grupo, no fim dos anos 80, criou a própria banda, Randy & the Gypsys, que rendeu apenas um álbum. Nos últimos anos, Randy largou a música e passou a ganhar a vida consertando carros. Hoje tem 47 anos e enfrenta problemas financeiros.